Segunda-feira, 25 de Maio de 2009 |
Ficciona o primado do Universo: tudo se deseja arrastar para uma comunhão única e homogénea, empapada nas ruínas da existência moribunda na qual tudo irá jazer. Ficciona, pois só da animalesca confrontação pode advir renovação: o feitiço despido de requintes humanos, o destino final parido no éter, por onde se salvará a totalidade da eternidade.

Tudo deve acabar um dia. Tudo teve algum começo. Em aros partidos se escreveu esta história.
Publicada por Luís dos Santos Etiquetas: , ,

1 comentários:

Plastic Pony disse...

O fim é o objectivo único de tudo. É o único sentido íntimo das coisas, de que Caeiro se questionava: terem sentido íntimo algum.

Obrigada pelo comentário :)

29 de Maio de 2009 20:52  

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